
Esta é um época festiva e muito dada a excessos...aqui fica o link para uma notícia que certamente não nos agrada muito mas que espelha a realidade portuguesa: "Portugueses engordam meio quilo nesta época"!
Feliz Ano Novo a todos!

Duas comunicações aparentemente contraditórias:
Consciente do problema crescente da obesidade infantil em Portugal, o Ministério da Educação lançou um Referencial para uma Oferta Saudável, que visa a educação alimentar em meio escolar. Neste guião, os estabelecimentos de ensino são encorajados a tomar medidas importantes na mudança de atitudes e comportamentos das crianças e jovens, através de sessões de educação alimentar, de alterações da oferta alimentar dos bufetes e cantinas, entre outros.
Por todo o mundo as crianças são o alvo preferencial da publicidade, uma vez que estas são fáceis de manipular e têm um grande poder persuasivo sobre os pais. Na Grã-bretanha, irão ser proibidos anúncios de Junk Food (alimentos ricos em gordura, sal, açúcar, e de baixo teor nutritivo) direccionados para menores de 16 anos a partir de Abril de 2008. 
sse à Unilever, que possui uma vasta gama de produtos que fazem esse tipo de publicidade.
Os anúncios a guloseimas, batatas fritas, sumos e colas invadem os espaços televisivos infantis. Os nutricionistas não têm dúvidas: "Para que o combate às doenças associadas aos maus hábitos alimentares seja eficaz é urgente reduzir o volume e o impacto da promoção comercial de alimentos e bebidas dirigidas às crianças."
Hoje é um dia especial... devemos aproveitá-lo para repensar os nossos hábitos alimentares e ter consciência das suas consequências.Publicidades como esta são um exemplo a seguir. De uma forma de comunicação mista (estruturalista e funcionalista), não publicita uma marca específica, mas incentiva o consumo de leite.Como a publicidade influencia tanto as escolhas alimentares (principalmente das crianças), deveria aproveitar-se isto para publicitar produtos mais saudáveis (como os tão odiados legumes), em detrimento dos mais açucarados e gordos.
Há também publicidades que são mistas, pois utilizam princípios das duas vertentes. A "Coca-cola Zero" além de realçar o facto de este produto não apresentar açúcar nem calorias (corrente funcionalista), tenta associar o consumo desta bebida à integração num grupo juvenil com muito estilo (corrente estruturalista)!
Apesar de tudo, o objectivo final é o mesmo...vender!!
ificação para que tudo fique mais claro. O nutricionista possui as ferramentas para desempenhar esta função. O grande objectivo das empresas alimentares é vender os seus produtos, usando para isso, e cada vez mais, as descobertas científicas que relacionam alimentação e saúde. É natural que o cidadão comum não saiba se o facto de um alimento ser enriquecido em antioxidantes, fitoesteróis, ou DHA, pode trazer vantagens para a sua saúde; ou se, por exemplo, a "Formas Luso" é um refrigerante ou uma água. O nutricionista, através de uma linguagem acessível, pode retirar estas dúvidas.